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sexta-feira, outubro 16, 2009

Ministério do Turismo investirá R$ 440 milhões na preparação do Brasil para a Copa de 2014



Durante audiência pública na Câmara dos Deputados, o ministro Luiz Barretto falou das estratégias do MTur para o mundial o ministro do Turismo, Luiz Barretto participou, na última quarta-feira (14), de audiência pública na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, da Câmara dos Deputados. Durante a ocasião, Barretto informou que o MTur pretende aplicar R$ 440 milhões para qualificar 306 mil trabalhadores que vão lidar diretamente com os turistas, como garçons, taxistas e recepcionistas de hotéis e guias turísticos durante a Copa do Mundo em 2014. As ações incluem 80 mil vagas de cursos online em inglês e espanhol, cursos de gestão empresarial para pequenos e micro empresários do turismo, além do programa Próximo Passo, capacitará integrantes do Bolsa Família para atuar no setor de turismo.
Na hotelaria, o ministro afirmou que está em negociação com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para estabelecer uma linha de financiamento que será lançada ainda este ano para ajudar na ampliação e modernização do setor. Segundo ele, outros bancos como o Banco da Amazônia, Banco do Nordeste e Banco do Brasil serão consultados para estenderem os prazos no financiamento ao setor hoteleiro com recursos dos fundos constitucionais do Norte, do Nordeste e do Centro Oeste. “Estamos discutindo diversas opções de construção e reforma do parque hoteleiro que garantam sustentabilidade ambiental e econômica para as cidades”.
Em relação à infraestrutura turística, Barretto destacou que as cidades-sede poderão ter financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Esses recursos serão destinados a ações como a revitalização de centros históricos, sinalização turística e reforma de terminais rodoviários. Atualmente, o ministério dispõe de uma linha de financiamento de US$ 1 bilhão que poderá ser ampliada.

O ministro destacou, também, a necessidade de mais investimentos a partir do próximo ano para a Empresa Brasileira de Turismo (Embratur) promover a imagem do Brasil no exterior. Barretto lembrou que, mesmo 2010 sendo um ano eleitoral, o trabalho da Embratur é voltado exclusivamente o público internacional. “Em parceria com o Palácio do Planalto decidiremos qual imagem o Brasil vai projetar nos próximos anos. Essa é a oportunidade para atrair turistas e investidores”.

ASCOM

A Copa e o Turismo

Para a Copa de 2010 o objetivo da África do Sul é receber um extra de 3 milhões de turistas durante o evento, atingindo 10 milhões de turistas num único ano. Em 2007 a África do Sul impulsionou o crescimento de turistas mais rapidamente do que a média internacional, e o turismo chegou a crescer 7,6% nos primeiros meses do ano de 2008. Em comparação com a marca de menos de 600 mil turistas estrangeiros em 1994, o crescimento a longo prazo que foi registrado é realmente algo que a África do Sul precisa celebrar.
Assim, os números de visitantes na África do Sul, que já é um destino turístico importante, deverão ser impulsionados significativamente durante e depois de 2010 e pequenos negócios do setor de hospitalidade seguirão amplamente beneficiados.

O Tourism Grading Council, fundado pelo Departamento de Assuntos Ambientais e Turismo, tem aumentado a sua capacidade e se empenhado na classificação de alojamentos fornecedores em todo o país. A MATCH-AG, companhia designada pela FIFA para organizar as acomodações para 2010, assinou um termo com o Tourism Grading Council para garantir que há suficientes acomodações certificadas para a Copa. Dessa forma, os estabelecimentos de acomodação que procurem se beneficiar com o evento deverão passar pelo devido processo de certificação.
Pela primeira vez na história, a FIFA irá contratar acomodações “não-hoteleiras”, como acomodações em parques nacionais, bed and breakfasts, lodges e casas de hóspedes durante a Copa de 2010. O evento irá beneficiar toda a indústria do Turismo no país e, também, irá viver uma oportunidade única para um número considerável de estabelecimentos de acomodação menores.

Com fiorde e mata atlântica, Paraty (RJ) investe no ecoturismo



Como toda cidade consolidada como destino turístico, Paraty também procura se inovar. E um dos ramos que vem cada vez mais chamando a atenção na cidade é o ecoturismo.
Os passeios de escuna já são consagrados, e todo turista deve fazê-lo (custam cerca de R$ 40 por grupo na baixa temporada e R$ 60 na alta). Passear pelas ilhas paradisíacas de Paraty é um programa que relaxa qualquer estressado. Há a opção de mergulhar com snorkel onde normalmente há arraias, ouriços e cardumes. Sem fala, peça de bonecos emociona em Paraty (RJ) e SP
Serra de Paraty (RJ) guarda cachoeiras, alambiques e boa comida
No Estado do Rio de Janeiro, maravilhas se espalham de norte a sul
Cachoeira da Pedra Branca, na serra de Paraty, tem três níveis que formam piscinas naturais;
Para os mais aventureiros, a sugestão é fazer um mergulho com cilindro. Mas a novidade em Paraty é o arvorismo. Há cerca de um ano e meio foi aberto um parque com 95 plataformas de atividades de arvorismo e tirolesa. Só desta última são 260 metros divididos em sete trechos -o maior tem 35 metros e passa por cima de um rio.
Em meio à mata atlântica, o visitante pode escolher entre quatro níveis de dificuldade. Para todos há uma aula antes, de cerca de 15 minutos.
O percurso vermelho é o mais difícil do arvorismo e leva cerca de uma hora e meia. Exige coragem -há plataformas como a denominada "pulo do Tarzan", em que é preciso se segurar em uma corda e se jogar, pulando para a plataforma seguinte- e preparo físico. O parque, com mais de dez quilômetros de cabos de aço, foi aberto pelo francês Patrick Alexis Emile. Ele resolveu inaugurar um centro de arvorismo após se encantar por Paraty e decidir morar na cidade com a sua mulher e os dois filhos. "Paraty tem uma natureza riquíssima", diz. "Resolvi aproveitar isso e criar o parque."
Outro passeio interessante e que proporciona contato direto com a natureza é uma ida de barco ao saco do Mamanguá, um braço-de-mar de nove quilômetros que avança no continente -é o único fiorde do país. A área é alvo de uma disputa entre os moradores do local e os donos de casas no condomínio das Laranjeiras, que abriram uma estrada clandestina há oito anos e querem usar a região para turismo.

Só é possível chegar ao local de barco ou por trilha. Saindo de Paraty Mirim (a meia hora do centro histórico de carro), o barco leva cerca de uma hora para alcançar o limite do fiorde. A trilha, que sai da mesma praia, leva duas horas. Indo pela Interação Ambiental, que existe há menos de três anos, pode-se fazer passeio de caiaque no manguezal e ver de perto caranguejos enormes, nas cores vermelha e verde-limão.
Depois, o guia leva o grupo a uma trilha que dá numa cachoeira com uma piscina natural. Para terminar, nada melhor que um prato de arroz e feijão com peixe, banana, farofa e salada, preparado pela mãe do pescador Gilcimar Correa. Depois, é só arrumar um lugar no barco para voltar descansando.
ARVORISMO + TIROLESA

R$ 62, na Paraty Sport Aventura

www.paratysportaventura.com

BARCO + CAIAQUE + ALMOÇO

R$ 120, na Interação Ambiental

www.sacodomamangua.com


LUISA ALCANTARA E SILVA viajou a convite do Paraty Convention & Visitors Bureau
Leia a reportagem completa na edição de hoje da Folha (exclusivo para assinantes do UOL e do jornal)

quinta-feira, outubro 15, 2009

Pirineus brasileiros cercam cidade histórica em Goiás



Por Fábio Brandt

No meio do cerrado, os paredões rochosos da Serra dos Pirineus circundam uma cidade fundada em 1727, quando os bandeirantes paulistas exploravam o interior do país em busca de ouro. Ainda hoje, Pirenópolis, em Goiás, atrai muitos aventureiros em busca de seus tesouros: as construções coloniais que despontam em meio a um cenário de rios e montanhas.

Segundo a tradição local, a semelhança entre o nome da serra e o da cadeia montanhosa que separa França e Espanha não é mera coincidência: ele teria sido dado por espanhóis com saudades de casa. No mesmo ano em que a cidade foi fundada, iniciou-se a construção da igreja de Nossa Senhora do Rosário, que ficou pronta em 1732 e é a mais antiga do estado. Em 1750 foram construídas outras duas igrejas, no estilo barroco-rococó típico da colonização do país: Nosso Senhor do Bonfim e Nossa Senhora do Carmo (esta fechada para visitação). Fachadas coloridas de casarões dotados de janelas largas, às vezes situadas na altura da calçada, ladeiam o pavimento de paralelepípedos das ruas da cidade. Entre as construções do século XIX, destaque para o Teatro de Pirenópolis. Inaugurado em 1899, ele foi restaurado em 2000 e continua recebendo shows, recitais e peças. Outra atração do centro da cidade é o Cine Pirineus, construído em 1919. Todo esse legado colocou Pirenópolis na lista de cidades tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 1989. Mas esse não é o único atrativo do local. Em seu entorno, trilhas, rafting, rappel, tirolesa e outros esportes radicais podem ser praticados sob orientação de monitores. Dentro de propriedades particulares, há ainda cachoeiras e piscinas naturais. Para visitá-las, os ingressos variam de R$8 a R$20.Pirenópolis - A Morro Alto Turismo (www.morroalto.tur.br) organiza pacotes que incluem visitas ao centro de Pirenóplois e roteiros ecológicos. Os preços variam entre R$241 e R$934 reais, dependendo do número de noites de estadia e atividades desejadas. Mais informações sobre a cidade podem ser obtidas no site http://www.pirenopolis.tur.br/.


Especial para Terra

Fernando de Noronha é melhor destino para amantes de natureza


"O paraíso é aqui." Foram as primeiras palavras do explorador espanhol Américo Vespúcio quando, em 1503, chegou nessa ilha onde os muitos verdes da vegetação parecem mais verde e os vários azuis, mais azuis. Financiado por Fernão de Noronha, um novo cristão comerciante de pau-brasil, ele realizava a segunda expedição exploratória à costa brasileira quando a principal nau de suas seis naufragou e Américo viu-se obrigado a levar toda a sua embarcação para um lugar seguro. Mal sabia ele que estava descobrindo um dos pontos mais bonitos do planeta, que viria se tornar o sonho de todo turista que busque relaxar mantendo um contato especial com a natureza.

Com suas águas claras, Fernando de Noronha é um dos melhores lugares para a prática de mergulho no mundo: cair nas suas águas é algo que um mergulhador experimentado nunca irá esquecer. E se não souber mergulhar com equipamentos, nem estiver disposto a aprender aproveitando para fazer um curso no local, não precisa se preocupar: grande parte do arquipélago pode ser observada apenas com uma máscara e snorkel. Boas dicas são a piscina natural do Atalaia, o naufrágio do Porto de Santo Antônio, a laje do Boldró.
Caso seja mais experiente, o mergulhador deve procurar empresas especializadas que organizam excursões para lugares como Cabeço de Sapata, um paredão que chega a 42 m de profundidade, e o Naufrágio Coverta Ipiranga, o naufrágio mais inteiro do país, com 64 metros de profundidade. Há muitos tubarões, mas não é para se preocupar: os humanos barulhentos são pouca atração para estes bichos que, em tanta abundância, estão muito bem alimentados.
Já para quem preferir a cabeça por cima da superfície, a ilha oferece algumas das mais belas praias da costa brasileira. A Baía do Sancho é conhecida por suas areais claras e sua falésia, de onde se tem uma vista deslumbrante da ilha. Outra boa pedida é pequenina Baia do Porcos. Praticamente sem extensão de areia, ela é rodeada por pedras que formam piscinas naturais repletas de peixes coloridos.
A Cacimba do Padre, por sua vez, é uma das mais longas da ilha, e ainda possui como protagonista o Morro Dois Irmãos. Um local que merece destaque à parte é a Baía dos Golfinhos, que é um retiro para esses mamíferos, que descansam e acasalam em suas águas tranquilas. Lá, é proibido qualquer acesso marítimo, transformando essa área no maior aquário natural do mundo dessa espécie.
Saindo da costa, e indo terra a dentro, a ilha de Noronha oferece excelentes caminhadas. Por elas, pode-se chegar às principais praias como a Baía dos Golfinhos, como também conhecer um pouco da história da Ilha, que por muito tempo abrigou uma prisão e ainda deixa vestígios históricos como fortes e igrejas espalhadas pelo seu território.

Agência Andrés Bruzzone Comunicação


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