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segunda-feira, novembro 23, 2009

Dublin: simpatia local e cultura.

Nos últimos 15 anos, Dublin, a outrora pacata capital da Irlanda, passou por um boom econômico, se modernizou e agora e é considerado um dos principais pólos turísticos da Europa. E dos mais caros, também. Motivos para escolher este destino menos tradicional é que não faltam.

A principal marca da cidade seja sua quantidade de pubs. Especula-se que existem mais de 600 espalhados por Dublin. O Temple é o principal quarteirão da boemia e o mais conhecido pub do local leva o seu nome. O The Brazen Head e The Cobblestone são outros tradicionais pubs da cidade, em que o primeiro se destaca pela música ao vivo e o segundo pela cerveja artesanal.

Se for amante da literatura, o Dublin Literary Pub Crawl é um tour guiado por artistas entre os principais estabelecimentos boêmios frenquentados pelos antigos escritores irlandeses. Não se esqueça também que diferente de outros nativos europeus, os irlandeses são extremamente simpáticos com turistas. Portanto, aproveite o ambiente dos bares para conhecer um pouco do povo local.

Alguns museus também merecem a visita. O National Museum of Irland é o principal e abriga algumas relíquias da igreja católica e peças pré-históricas. O National Gallery possui a mais vasta coleção de arte nacional e obras europeias de diferentes movimentos artísticos, enquanto Kilmainham Gaol Historical Museum retrata um pouco da história dos prisioneiros políticos que foram presos e torturados durante o processo de independência do país.

Dois museus retratam a história da literatura local: o Dublin Writers Museum e o James Joyce Museum. Por fim, a cerveja Guinness, a mais tradicional da Irlanda, possui Guinness Storehouse, museu que conta um pouco da história da bebida.

Se desejar caminhar são excelentes as opções de lugares abertos e fechados. O Phoenix é o maior parque de Dublin. Exposições a céu aberto são feitas e o Ashtown Castle, um castelo medieval pode ser visitado. A flora do lugar é encantadora e vale um passeio de bicicleta. Fora do parque, outros castelos são paradas obrigatórias.

O Dublin Castle, centro do poder britânico por sete séculos, é hoje principal centro administrativo do governo irlandês. Visite os aposentos de aparato, onde residia a corte britânica, a capela de estilo gótico e a torre do castelo. Outra opção, o Malahide Castle, além de muito bem preservado, possui em seu jardim cerca de 5 mil espécies de flores e plantas.

A Christ Church e a St. Patrick Church são as duas principais igrejas da cidade. Ambas tiveram que passar por um processo de restauração, mas seguem lindas. Da arquitetura inicial, só a Christ Church possui estruturas originais. Já a St. Patrick Church foi toda remodelada no século 14, por conta de um incêndio, e hoje, assistir o coral é uma das principais atrações do local.

A tradicional faculdade Trinity College é imperdível. Sua biblioteca, com mais de 200 mil livros, merece boas horas para leitura. Ela foi fundada por Elizabeth I e teve papel preponderante na educação do escritor Oscar Wilde e de diversos revolucionários que lutaram na independência da Irlanda. Antes de partir, não deixe de conhecer o Rio Liffery: visite a pé o cais ou faça um tour de barco . E se desejar fazer compras, a rua Grafton Street oferece as melhores opções de lojas e butiques de Dublin.

Agência Andrés Bruzzone Comunicação

Especial para Terra









quarta-feira, novembro 11, 2009

Aventure-se no Perú

CLIQUE AQUI PARA VER FOTOS-->


O Peru é um país onde a natureza criou desafios para os que gostam de muita aventura.
Uma aventura selvagem, ou trekking, canoagem, escalada, ciclismo, são alguns dos esportes de aventura que podem ser desenvolvidos em sua geografia. Além de montanhismo, surfing e parapente. Estes esportes radicais podem ser praticados numa das paisagens mais bonitas do planeta.
Além disso, o Peru é um país de desertos áridos, alturas como dos Andes e a selva amazônica. Fala sério!!!

10 razões para aventurar-se no Perú:


  • Possui uma história milenar com complexos arquelógicos, diversidade cultural  e muita bagagem cheia de mitos, ritos e contos.


  • Sua biodiversidade é inigualável e gigantesca. Possui 20% das aves do mundo.


  • Sua cultura é viva, raças e manifestações artísticas cheias de tradições.


  • O Perú é rico em dança, alegria, música, e cor.


  • Seu cenário é impressionante. Exuberantes paisagens.


  • Recanto de aventuras: rios, montanhas, praias, desertos e cânions são paisagens ideais para o turismo de aventura


  • Gastronomia mundialmente reconhecida, pude ter amigos peruanos que moraram no Brasil, pude constatar que o preá é o seu prato favorito. Alguns pratos são bem diferentes da comida brasileira, mas é maravilhosa. Não dá pra definir, é um pouco de européia, africana, asiática com comida andina.


  • Hospedagem e conforto fazem parte da infra-estrutura oferecida pelo país, desde luxuosos hotéis até simples hospedagens.


  • Hospitalidade não falta, os peruanos são amigavéis e hospitaleiros.


  • Afinal o Perú é um destino mágico, cheio de paisagens maravilhosas, uma boa comida e tudo o que desperta os seus cinco sentidos.

Visite o Peru!!!

Turismo em Goiânia

História do Turismo em Goiânia
O município de Goiânia encontra-se em uma localização geográfica privilegiada para o turismo no Estado de Goiás. Tal fato advém mais de suas propriedades culturais do que propriamente das naturais. Culturais no sentido de que o Turismo em Goiânia se efetiva com base nas infraestruturas e centros culturais construídos em cerca de 72 anos de constituição do município. A Capital goiana está situada na região Centro-Oeste do país, o que facilita o acesso às demais regiões, além de estar localizada próximo à capital federal, Brasília.

A infraestrutura hospitalar e para eventos e a condição de Capital do Estado, entre outras, tornam Goiânia um importante município para o Turismo de eventos e negócios, além de saúde e outros, sem contar com sua função de portal de entrada para Goiás.

As primeiras manifestações do Turismo relacionadas a eventos na cidade aconteceram por ocasião da criação da Exposição da Agropecuária em 1941, e do Batismo Cultural, em 5 de julho de 1942. A construção do Aeroporto Internacional de Goiânia Santa Genoveva, na década de 1950, favoreceu tanto a ocupação do interior do Brasil como, também, o turismo da cidade. Contudo, foi com a inauguração do Centro de Convenções, nos anos 1990, e posteriormente com a criação do Goiânia Convention & Visitors Bureau que o Turismo da cidade, sobretudo o de eventos, ganhou um forte impulso.

A cidade possui eventos permanentes e encontra-se com uma agenda de aproximadamente vinte e dois eventos de periodicidade regular, incluindo eventos de negócios, entretenimento e lazer. Entre os eventos realizados pode-se destacar a Exposição Agropecuária de Goiânia, o Micarê, Rally dos Sertões, Festa à Fantasia e Goiânia Rodeio Festival.

Contudo, o Turismo de Goiânia não se limita aos eventos e aos monumentos. A culinária goianiense é famosa por seus pratos típicos, configurando-se em atrativo ao turista que deseja conhecer os pratos regionais. As culinárias típicas das diversas localidades do Brasil e do mundo, além dos variados sabores e estilos, são também sinônimos de cultura. Afinal, refletem os costumes de povos de determinadas regiões.

A cozinha típica de Goiânia é a mesma que caracteriza o Estado de Goiás, posto que a formação alimentar tradicional goiana deu-se nos séculos XVIII e XIX a partir da fusão das técnicas culinárias dos índios que aqui viviam, dos bandeirantes e tropeiros que chegaram em busca de ouro e dos escravos por estes trazidos (Naves, et al., 2002). Sendo assim, as culinárias indígena, africana e portuguesa resultaram na miscigenação de alimentos e técnicas culinárias que difundiram o consumo de guariroba, mandioca, milho, banana, amendoim, abóbora, e também na elaboração de pastéis, doces açucarados, bolos, pirão, canjica, pamonha, pão de queijo e outros pratos que se tornaram símbolos da cultura goiana.

Existe uma culinária goiana que se desenvolveu com a integração de alimentos característicos do Cerrado e um modo de fazer peculiar, podendo assim se diferenciar da culinária de outros locais. A característica peculiar destacável na culinária goiana é a vasta utilização de pequi, guariroba, araticum, caju, baru, jatobá, cagaita, murici e buriti, que são alimentos de espécies vegetais típicas do Cerrado e amplamente difundidas na preparação de pratos típicos, de sucos, de licores e de doces (Naves, et al., 2002), sendo que o pequi e a guariroba são tidos como alimentos símbolos da culinária goiana.

Vale ressaltar que a culinária de Goiânia, como a de todo o Estado, recebe forte influência das culinárias baiana e mineira. O turista que se hospeda na cidade pode se deparar com um café-da-manhã com um cenário que reproduz o período colonial português. Mais recentemente, têm sido introduzidos nos pratos goianos produtos com castanhas típicas do Cerrado, como baru e jatobá.

Configurando o cenário turístico da cidade, merece também grande destaque o fato de que a cidade de Goiânia é o 2º maior acervo arquitetônico e urbanístico Art-Déco do mundo, ficando atrás apenas de Miami, nos EUA, sendo que cerca de vinte e dois prédios e monumentos públicos, incluindo o centro original da cidade e o núcleo pioneiro de Campinas, foram tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em novembro do ano de 2003.

Há de se destacar também a vida noturna da Capital, que possui uma excelente infraestrutura de bares, restaurantes e boates, além de esporádicas realizações de shows e apresentações artísticas e culturais.

No que tange ao Turismo de saúde, vale ressaltar que Goiânia é referência mundial nessa área, como em Oftalmologia, Cirurgia Plástica, Cardiologia e Proctologia.

Um outro ponto passível de destaque é o fato de que a população goianiense é conhecida por ser um povo hospitaleiro e alegre, favorecendo, assim, o desenvolvimento da atividade turística em Goiânia.

POR:
Katiuscia Clemente Pereira

Lorena Rodrigues Belo
Talita Brito Ribeiro


ANÁLISE CRÍTICO-REFLEXIVA DE ROTEIROS TURÍSTICOS DA CIDADE DE GOIÂNIA. 2009













sexta-feira, outubro 16, 2009

Ministério do Turismo investirá R$ 440 milhões na preparação do Brasil para a Copa de 2014



Durante audiência pública na Câmara dos Deputados, o ministro Luiz Barretto falou das estratégias do MTur para o mundial o ministro do Turismo, Luiz Barretto participou, na última quarta-feira (14), de audiência pública na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, da Câmara dos Deputados. Durante a ocasião, Barretto informou que o MTur pretende aplicar R$ 440 milhões para qualificar 306 mil trabalhadores que vão lidar diretamente com os turistas, como garçons, taxistas e recepcionistas de hotéis e guias turísticos durante a Copa do Mundo em 2014. As ações incluem 80 mil vagas de cursos online em inglês e espanhol, cursos de gestão empresarial para pequenos e micro empresários do turismo, além do programa Próximo Passo, capacitará integrantes do Bolsa Família para atuar no setor de turismo.
Na hotelaria, o ministro afirmou que está em negociação com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para estabelecer uma linha de financiamento que será lançada ainda este ano para ajudar na ampliação e modernização do setor. Segundo ele, outros bancos como o Banco da Amazônia, Banco do Nordeste e Banco do Brasil serão consultados para estenderem os prazos no financiamento ao setor hoteleiro com recursos dos fundos constitucionais do Norte, do Nordeste e do Centro Oeste. “Estamos discutindo diversas opções de construção e reforma do parque hoteleiro que garantam sustentabilidade ambiental e econômica para as cidades”.
Em relação à infraestrutura turística, Barretto destacou que as cidades-sede poderão ter financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Esses recursos serão destinados a ações como a revitalização de centros históricos, sinalização turística e reforma de terminais rodoviários. Atualmente, o ministério dispõe de uma linha de financiamento de US$ 1 bilhão que poderá ser ampliada.

O ministro destacou, também, a necessidade de mais investimentos a partir do próximo ano para a Empresa Brasileira de Turismo (Embratur) promover a imagem do Brasil no exterior. Barretto lembrou que, mesmo 2010 sendo um ano eleitoral, o trabalho da Embratur é voltado exclusivamente o público internacional. “Em parceria com o Palácio do Planalto decidiremos qual imagem o Brasil vai projetar nos próximos anos. Essa é a oportunidade para atrair turistas e investidores”.

ASCOM

A Copa e o Turismo

Para a Copa de 2010 o objetivo da África do Sul é receber um extra de 3 milhões de turistas durante o evento, atingindo 10 milhões de turistas num único ano. Em 2007 a África do Sul impulsionou o crescimento de turistas mais rapidamente do que a média internacional, e o turismo chegou a crescer 7,6% nos primeiros meses do ano de 2008. Em comparação com a marca de menos de 600 mil turistas estrangeiros em 1994, o crescimento a longo prazo que foi registrado é realmente algo que a África do Sul precisa celebrar.
Assim, os números de visitantes na África do Sul, que já é um destino turístico importante, deverão ser impulsionados significativamente durante e depois de 2010 e pequenos negócios do setor de hospitalidade seguirão amplamente beneficiados.

O Tourism Grading Council, fundado pelo Departamento de Assuntos Ambientais e Turismo, tem aumentado a sua capacidade e se empenhado na classificação de alojamentos fornecedores em todo o país. A MATCH-AG, companhia designada pela FIFA para organizar as acomodações para 2010, assinou um termo com o Tourism Grading Council para garantir que há suficientes acomodações certificadas para a Copa. Dessa forma, os estabelecimentos de acomodação que procurem se beneficiar com o evento deverão passar pelo devido processo de certificação.
Pela primeira vez na história, a FIFA irá contratar acomodações “não-hoteleiras”, como acomodações em parques nacionais, bed and breakfasts, lodges e casas de hóspedes durante a Copa de 2010. O evento irá beneficiar toda a indústria do Turismo no país e, também, irá viver uma oportunidade única para um número considerável de estabelecimentos de acomodação menores.

Com fiorde e mata atlântica, Paraty (RJ) investe no ecoturismo



Como toda cidade consolidada como destino turístico, Paraty também procura se inovar. E um dos ramos que vem cada vez mais chamando a atenção na cidade é o ecoturismo.
Os passeios de escuna já são consagrados, e todo turista deve fazê-lo (custam cerca de R$ 40 por grupo na baixa temporada e R$ 60 na alta). Passear pelas ilhas paradisíacas de Paraty é um programa que relaxa qualquer estressado. Há a opção de mergulhar com snorkel onde normalmente há arraias, ouriços e cardumes. Sem fala, peça de bonecos emociona em Paraty (RJ) e SP
Serra de Paraty (RJ) guarda cachoeiras, alambiques e boa comida
No Estado do Rio de Janeiro, maravilhas se espalham de norte a sul
Cachoeira da Pedra Branca, na serra de Paraty, tem três níveis que formam piscinas naturais;
Para os mais aventureiros, a sugestão é fazer um mergulho com cilindro. Mas a novidade em Paraty é o arvorismo. Há cerca de um ano e meio foi aberto um parque com 95 plataformas de atividades de arvorismo e tirolesa. Só desta última são 260 metros divididos em sete trechos -o maior tem 35 metros e passa por cima de um rio.
Em meio à mata atlântica, o visitante pode escolher entre quatro níveis de dificuldade. Para todos há uma aula antes, de cerca de 15 minutos.
O percurso vermelho é o mais difícil do arvorismo e leva cerca de uma hora e meia. Exige coragem -há plataformas como a denominada "pulo do Tarzan", em que é preciso se segurar em uma corda e se jogar, pulando para a plataforma seguinte- e preparo físico. O parque, com mais de dez quilômetros de cabos de aço, foi aberto pelo francês Patrick Alexis Emile. Ele resolveu inaugurar um centro de arvorismo após se encantar por Paraty e decidir morar na cidade com a sua mulher e os dois filhos. "Paraty tem uma natureza riquíssima", diz. "Resolvi aproveitar isso e criar o parque."
Outro passeio interessante e que proporciona contato direto com a natureza é uma ida de barco ao saco do Mamanguá, um braço-de-mar de nove quilômetros que avança no continente -é o único fiorde do país. A área é alvo de uma disputa entre os moradores do local e os donos de casas no condomínio das Laranjeiras, que abriram uma estrada clandestina há oito anos e querem usar a região para turismo.

Só é possível chegar ao local de barco ou por trilha. Saindo de Paraty Mirim (a meia hora do centro histórico de carro), o barco leva cerca de uma hora para alcançar o limite do fiorde. A trilha, que sai da mesma praia, leva duas horas. Indo pela Interação Ambiental, que existe há menos de três anos, pode-se fazer passeio de caiaque no manguezal e ver de perto caranguejos enormes, nas cores vermelha e verde-limão.
Depois, o guia leva o grupo a uma trilha que dá numa cachoeira com uma piscina natural. Para terminar, nada melhor que um prato de arroz e feijão com peixe, banana, farofa e salada, preparado pela mãe do pescador Gilcimar Correa. Depois, é só arrumar um lugar no barco para voltar descansando.
ARVORISMO + TIROLESA

R$ 62, na Paraty Sport Aventura

www.paratysportaventura.com

BARCO + CAIAQUE + ALMOÇO

R$ 120, na Interação Ambiental

www.sacodomamangua.com


LUISA ALCANTARA E SILVA viajou a convite do Paraty Convention & Visitors Bureau
Leia a reportagem completa na edição de hoje da Folha (exclusivo para assinantes do UOL e do jornal)

quinta-feira, outubro 15, 2009

Pirineus brasileiros cercam cidade histórica em Goiás



Por Fábio Brandt

No meio do cerrado, os paredões rochosos da Serra dos Pirineus circundam uma cidade fundada em 1727, quando os bandeirantes paulistas exploravam o interior do país em busca de ouro. Ainda hoje, Pirenópolis, em Goiás, atrai muitos aventureiros em busca de seus tesouros: as construções coloniais que despontam em meio a um cenário de rios e montanhas.

Segundo a tradição local, a semelhança entre o nome da serra e o da cadeia montanhosa que separa França e Espanha não é mera coincidência: ele teria sido dado por espanhóis com saudades de casa. No mesmo ano em que a cidade foi fundada, iniciou-se a construção da igreja de Nossa Senhora do Rosário, que ficou pronta em 1732 e é a mais antiga do estado. Em 1750 foram construídas outras duas igrejas, no estilo barroco-rococó típico da colonização do país: Nosso Senhor do Bonfim e Nossa Senhora do Carmo (esta fechada para visitação). Fachadas coloridas de casarões dotados de janelas largas, às vezes situadas na altura da calçada, ladeiam o pavimento de paralelepípedos das ruas da cidade. Entre as construções do século XIX, destaque para o Teatro de Pirenópolis. Inaugurado em 1899, ele foi restaurado em 2000 e continua recebendo shows, recitais e peças. Outra atração do centro da cidade é o Cine Pirineus, construído em 1919. Todo esse legado colocou Pirenópolis na lista de cidades tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 1989. Mas esse não é o único atrativo do local. Em seu entorno, trilhas, rafting, rappel, tirolesa e outros esportes radicais podem ser praticados sob orientação de monitores. Dentro de propriedades particulares, há ainda cachoeiras e piscinas naturais. Para visitá-las, os ingressos variam de R$8 a R$20.Pirenópolis - A Morro Alto Turismo (www.morroalto.tur.br) organiza pacotes que incluem visitas ao centro de Pirenóplois e roteiros ecológicos. Os preços variam entre R$241 e R$934 reais, dependendo do número de noites de estadia e atividades desejadas. Mais informações sobre a cidade podem ser obtidas no site http://www.pirenopolis.tur.br/.


Especial para Terra

Fernando de Noronha é melhor destino para amantes de natureza


"O paraíso é aqui." Foram as primeiras palavras do explorador espanhol Américo Vespúcio quando, em 1503, chegou nessa ilha onde os muitos verdes da vegetação parecem mais verde e os vários azuis, mais azuis. Financiado por Fernão de Noronha, um novo cristão comerciante de pau-brasil, ele realizava a segunda expedição exploratória à costa brasileira quando a principal nau de suas seis naufragou e Américo viu-se obrigado a levar toda a sua embarcação para um lugar seguro. Mal sabia ele que estava descobrindo um dos pontos mais bonitos do planeta, que viria se tornar o sonho de todo turista que busque relaxar mantendo um contato especial com a natureza.

Com suas águas claras, Fernando de Noronha é um dos melhores lugares para a prática de mergulho no mundo: cair nas suas águas é algo que um mergulhador experimentado nunca irá esquecer. E se não souber mergulhar com equipamentos, nem estiver disposto a aprender aproveitando para fazer um curso no local, não precisa se preocupar: grande parte do arquipélago pode ser observada apenas com uma máscara e snorkel. Boas dicas são a piscina natural do Atalaia, o naufrágio do Porto de Santo Antônio, a laje do Boldró.
Caso seja mais experiente, o mergulhador deve procurar empresas especializadas que organizam excursões para lugares como Cabeço de Sapata, um paredão que chega a 42 m de profundidade, e o Naufrágio Coverta Ipiranga, o naufrágio mais inteiro do país, com 64 metros de profundidade. Há muitos tubarões, mas não é para se preocupar: os humanos barulhentos são pouca atração para estes bichos que, em tanta abundância, estão muito bem alimentados.
Já para quem preferir a cabeça por cima da superfície, a ilha oferece algumas das mais belas praias da costa brasileira. A Baía do Sancho é conhecida por suas areais claras e sua falésia, de onde se tem uma vista deslumbrante da ilha. Outra boa pedida é pequenina Baia do Porcos. Praticamente sem extensão de areia, ela é rodeada por pedras que formam piscinas naturais repletas de peixes coloridos.
A Cacimba do Padre, por sua vez, é uma das mais longas da ilha, e ainda possui como protagonista o Morro Dois Irmãos. Um local que merece destaque à parte é a Baía dos Golfinhos, que é um retiro para esses mamíferos, que descansam e acasalam em suas águas tranquilas. Lá, é proibido qualquer acesso marítimo, transformando essa área no maior aquário natural do mundo dessa espécie.
Saindo da costa, e indo terra a dentro, a ilha de Noronha oferece excelentes caminhadas. Por elas, pode-se chegar às principais praias como a Baía dos Golfinhos, como também conhecer um pouco da história da Ilha, que por muito tempo abrigou uma prisão e ainda deixa vestígios históricos como fortes e igrejas espalhadas pelo seu território.

Agência Andrés Bruzzone Comunicação


Especial para Terra

terça-feira, janeiro 15, 2008

Ensina-nos a contar os nossos dias ( Sl 90.12)

por Pr. Aluízio A. Silva

Para que possamos contar os nossos dias precisamos de marcos. Marcos são pontos de referência, eventos que produzem impacto em nossas vidas. De forma que, a partir deles, podemos começamos a contar os nossos dias. Marcos são eventos que mudam a nossa vida. Esse ponto de referência pode servir para marcar nossa vida ministerial, emocional, matrimonial, financeira e estudantil (Jr 31.21).São exemplos de marcos ou pontos de referência: um acidente ou uma separação dolorosa, o novo nascimento, a conversão, uma mudança de rumo, a morte de uma pessoa querida; o casamento, o nascimento de um filho, a aquisição de uma casa; tudo o que é importante moralmente; a consagração ao ministério; um novo empreendimento ou um negócio.Podem existir vários pontos de referência para vários ciclos ou áreas diferentes em nossas vidas. Numa área eu estou no primeiro ano, em outras no segundo e em outras no sexto ou sétimo. Não queremos prever o futuro, mas apenas entender que a nossa vida se divide em ciclos ou fases e que essas fases duram sete anos cada (Lv 25.8,9). Cada ciclo de sete anos possui dois ciclos de três anos, sendo o sétimo ano o ano sabático.Ciclos do crescimentoO primeiro grupo de três anos não é tempo de fruto, mas de crescimento.

1. Ano um É o ano do aprendizado. É sempre o mais difícil. No casamento é o mais complexo e atribulado. No trabalho é o mais penoso. É o ano de ajustes, de aprendizagem e discipulado. Não se realiza tanto, mas se aprende muito. Se você sabe que o primeiro ano é assim você terá mais paciência. Mas muitos desistem nesse primeiro momento porque a maioria de nós queremos ver o lucro no primeiro ano. É um ano terrível, mas nele estabelecemos bases e fundamentos.
2. Ano dois É o ano do serviço. É tempo de penar e trabalhar para demonstrar o serviço. No primeiro eu aprendo, mas no segundo eu pratico. Ainda não é tempo de resultados, é tempo de trabalho. É o momento de conquistar reconhecimentos. É também tempo de humilhação, de quebrar o orgulho. Os imediatistas desistem no segundo ano. O problema é que cada vez que recomeçamos repetimos os dois anos anteriores.
3. Ano três É o ano da amizade. É o tempo da intimidade, da confiança e do amor. Só podemos dizer que somos realmente amigos de alguém depois de pelo menos três anos de convivência. Jesus perguntou para Pedro três vezes se ele O amava. Cada vez apontando para um ano. No terceiro ano a fidelidade é checada e testada.O segundo grupo de três anos é para frutificação, mas esses frutos são incircuncisos (Lv 19.23-25). Esses frutos são vedados porque são amargos. Já estamos frutificando, mas os nossos frutos ainda não são perfeitos. Em nosso negócio não podemos ainda pegar o dinheiro, é tempo de reinvestir. Os frutos incircuncisos são para adubar a própria terra. O quarto até o sexto ano são anos de investimentos e adubo do próprio negócio.
4. Ano quatro É o ano da oportunidade. Depois de três anos é necessário esperarmos ainda pelo quarto ano para vermos a frutificação (Lc 13.6-9)
5. Ano cinco É o ano da definição. Somente no quinto ano é que as coisas são definidas, se avançamos ou não. Nas igrejas tradicionais os pastores ficam apenas cinco anos, eles saem justamente no tempo da definição. É o tempo de testar a perseverança. Depois de cinco anos as raízes estão firmadas (2Rs 13.17-19).
6. Ano seis É o ano da batalha e da vitória conquistada. É o ano da bênção tríplice, triplicada ou plena. A bênção suficiente para três anos. É uma bênção de provisão e refrigério.O maná era duplo no sexto dia, mas no sétimo ano a bênção será triplicada para que seja suficiente para o sétimo e para o oitavo que é o começo de um novo ciclo e ainda terá um tanto extra para enriquecimento e prosperidade (Lv 25.18-21).
7. Ano sete É o ano do descanso da aflição e da tribulação. É tempo de louvores a Deus e desfrute da bênção. Precisamos concluir esses ciclos. Caso não concluamos começamos tudo de novo. Muitos nunca desfrutam do sétimo dia porque sempre desistem nos anos anteriores. Jacó amava tanto a Raquel que nem percebeu os anos que trabalhou por ela. Se amamos o propósito de Deus e Sua bênção, nem veremos os anos de luta (Gn 29.20).
8. Ano Oito O oitavo ano é o primeiro de um novo ciclo. Mas esse oitavo ano é caracterizado pela semeadura da bênção que tivemos no sexto e no sétimo. Se deixamos de semear no oitavo quebramos o ciclo e não avançamos para um novo nível de riqueza e prosperidade. Muitos de nós esquecemos a semeadura do oitavo, como os discípulos esqueceram que tinham um oitavo pão quando Jesus perguntou a eles quantos pães tinham. Mesmo depois de terem colhido sete cestos cheios foram para o barco e dividiram apenas um pão (Mc 8.4,5; 8.14).
O segredo da bênção para um novo ciclo está na semeadura. Os pães foram multiplicados quando os discípulos os distribuíram, mas aquele pão que foi esquecido e deixado no barco não foi multiplicado.

Ciclos podem ser retomados e concluídos

Setenta semanas de anos foram designadas para Israel. Eles cumpriram 69 semanas, da saída da ordem para restaurar Jerusalém até a morte de Jesus. Entretanto eles rejeitaram a Jesus e uma semana ficou suspensa. Essa semana se cumprirá no final desta era. Isso mostra que um ciclo pode ser interrompido e concluído posteriormente. Isso mostra a misericórdia de Deus, pois casamentos podem ser refeitos, ministérios podem ser restaurados e trabalhos inacabados podem ser concluídos.

Podemos ter ciclos menores e maiores que sete

A vida de Moisés é dividida em três grandes ciclos de quarenta anos cada. Por outro lado o ministério de Jesus durou três anos e meio segundo a maioria dos comentaristas. Os ciclos podem ser mais longos que o necessário

Os ciclos podem ser mais longos que o necessário

O tempo de jornada do povo de Israel até Canaã era para ser rápido, talvez de seis e nove meses. Todavia, despendeu 40 anos por causa da rebeldia. Existe uma matemática de Deus quando contamos os nossos dias. Há dias que são contados e outros não. Que nesses dias aprendamos a contar os nossos dias. Há dias que são contados e outros não. Que esses dias aprendamos a contar

Amém!!!

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